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quarta-feira, 31 de janeiro de 2007

Volúpia...Provocação...Ansiedade...


Eram quase oito horas da manhã quando o estremecer do telemóvel me fez acordar. Ainda ensonado, pois tive algumas dificuldades em adormecer pensando em tudo que se estava a passar, olhei para as horas e pensei: “quem é que é capaz de mandar mensagens a acordar-me a esta hora?” Hein? Mensagens? A esta hora?
Despertei da letargia imediatamente! Só pode ser por um motivo, pensei eu sobressaltado e permaneci alguns instantes a tentar perceber se estava contente ou assustado com o que iria ler e que só poderia vir de uma pessoa…precisamente aquela que não sabia quem era!
“O teu segundo nome é Filipe, tens 29 anos e o teu blog chama-se Tesão”. Fiquei atónito a olhar para aquilo. Garanto-vos que me senti trespassado. Naquele momento tentava rapidamente raciocinar quem me poderia conhecer assim tão bem. Já não havia qualquer possibilidade de ser engano. A resposta tardou mas foi completamente elucidativa relativamente ao destinatário daquelas mensagens. Era mesmo para mim. Era eu! De quem? Só uma pessoa me veio imediatamente ao cérebro…a única que poderia saber os três detalhes…noiva!!! Ainda assim, atormentava-me o facto de ela nada ter dado a entender, o facto de o número ser desconhecido e estar sempre desligado e sobretudo porque a história não tinha ainda terminado. Ainda faltavam algumas peças para que tudo aquilo pudesse fazer algum sentido! Eu tinha respondido que sim, que queria que se realizasse. Apesar de na altura ter sido mais com o objectivo de perceber o que raio seria aquelas mensagens, a verdade é que no fundo o desejava e daí até ao momento, não tinha havido mais novidades acerca disso…estava uma enorme confusão na minha cabeça…foda-se, pensava eu quase em desabafo. Estará ela agora a pensar o quê de mim? Que respondo a qualquer uma que se mete comigo? Que quero assim tanto ter aventuras ao ponto de o afirmar a quem não conheço? Estará a pensar que a troco por aventuras deste género? Gelei apenas com a possibilidade de isso estar a acontecer…É certo que pensei nas mensagens, pensei nas fantasias, pensei em como seria concretizá-las mas daí a fazê-lo….que vergonha…como me deixei colocar nesta situação……
O “timing” das mensagens era terrivelmente mordaz! Mais duas vibradelas e soube que acabara de chegar mais um prenúncio de tortura! Quase me benzi antes de abrir o telemóvel para ler a mensagem que sabia que vinha da mesma proveniência das anteriores.
“Amanhã, ás 21 horas, estacionas o carro na garagem do edifício X, entras no elevador número 3, sobes até ao 7º piso e quando saíres mandas uma mensagem para este número a dizer que chegaste e aguardas instruções. P.s.- não marques horas para chegar a casa”.
Não!!!!! Isto não podia ser real! Eu ainda estava a dormir e tudo isto não poderia ser mais que um sonho…e decidi obrigar-me a acordar…e acordei…e olhei…e continuava lá…a mesma mensagem que não queria voltar a ler, mas que ali estava!
Agora não havia forma de resolver o assunto senão avançar. Ela estava a jogar e eu iria jogar também. Convenci-me, a custo do meu orgulho, que assim seria. E foi!
Nem conseguem imaginar como passei o resto desse dia…. Foi por demais preenchido com dúvidas existenciais, com ânsia, com desejos, com fantasias…tudo menos concentração no trabalho. Troquei durante o dia algumas mensagens com a noiva sem que o assunto fosse sequer tocado por mim ou por ela. Conheço-a bem, sei ler entre linhas no seu discurso, palavras e expressões, no entanto nada deixou transparecer de tudo aquilo que estava a fazer-me. À noite, quando foi ter a minha casa, consegui notar algo diferente nela. Estava estranha, parecia ansiosa, como quando estamos a rebentar para perguntar algo que queremos muito saber mas que sabemos que não convém. Disse-me que o dia de trabalho não correra muito bem, explicou de uma forma apressada, em resposta à minha pergunta sobre os motivos disso, o que me fez ainda mais estranhar o porquê de tudo aquilo. Mas nunca, nunca deixou escapar por palavras o que quer que fosse, que me indicasse o que me andava a engendrar. E eu também não perguntei sobre isso. Já não estávamos juntos havia dois dias, devido aos seus horários de trabalho e mesmo assim, estranhamente também, não fizemos amor pois ela estava cansada e tinha de ir embora pois trabalharia de manhã cedo. Muito estranho! Tudo absolutamente “strange”…
O dia D estava à distância de uma noite. Dali a umas horas, menos de 24, poderia descobrir tudo isto. Sabia de antemão que a noiva teria um jantar nesse dia e portanto calculei que esta questão já andaria a ser tratada com a necessária antecedência e com a perspicácia que apenas as mulheres sabem ter.
Sabia que as poucas hipóteses de adormecer nessa noite e conseguir descansar convenientemente passavam por relaxar um pouco. Daí a masturbar-me, a imaginar a minha fantasia, a famosa fantasia de ter duas mulheres a dedicarem-se ao meu corpo, foi um instante…a excitação era muita, e o prazer que senti foi curiosamente…normal. Cada vez entendia menos e foi a tentar processar esse pensamento que adormeci.
Comecei o dia bem disposto, dormi até tarde pois era o meu dia de folga, tratei dos meus compromissos, tratei de algumas rotinas diárias em dias de folga e estava muito…tranquilo. Pensei algumas vezes em toda a situação mas rapidamente me passou da ideia e estranhava isso. Parecia não ter importância a agenda para essa noite. A noiva nada me disse em todo esse dia. Nem uma única mensagem. Eu sorria perante esse facto e pensava que ela estava a querer fazer-me sofrer um bocadito...também nada lhe disse. Quando dei por mim eram 19 horas e dirigi-me ao WC a fim de tomar banho e preparar-me para esse noite. Mal transpus a porta comecei a sentir uma ansiedade crescente e dai até à hora marcada foi quase angustiante. Afinal a situação tinha importância e imensa! Enganei a fome, vesti-me e segui as instruções da mensagem. Eram 21 horas em ponto quando sai do elevador número 3, no 7º andar daquele edifício e mandei uma mensagem que dizia apenas “Cheguei”. Talvez nem um minuto depois vi abrir-se uma porta de onde saiu uma mulher, que deveria andar na casa do quarenta anos, traços bem vincados no rosto, sem no entanto deixar de ser muito atraente e apetitosa, dentro de uma blusa branca decotada e uma saia justa negra, que parecia de cetim, e que permitia ver que se tratava de um corpo bem tratado. Dirigiu-se a mim dizendo “Boa noite. Estávamos a aguardar a sua chegada. Faça o favor de me acompanhar”. Estávamos??? Isso quer dizer que havia mais gente! pensava eu. Fazia sentido tendo em conta que se tratava supostamente da minha fantasia. Não vi a noiva. Associei que estivesse no local para onde me estava a dirigir naquele momento. Nada mais vi que uma enorme casa, muito bem mobilada. Nem mais pessoas, nem mais mulheres. Só decoração e paredes. Ela abriu-me uma porta e disse-me “Coloque-se à vontade. Já lhe trago o seu malte sem gelo”. Malte sem gelo??? Pensava eu mais uma vez…. Começava a sentir-me despido, parecia que eu era a única pessoa que nada sabia, além de ter a certeza de como cheguei ali, e que todos sabiam quem era, porque ali estava e do que gostava. O malte chegou, sentei-me no sofá e foi quando passados alguns instantes, ouvi os tais passos a caminharem na direcção da sala onde estava e deslumbrei com a entrada das duas belas mulheres…

sábado, 27 de janeiro de 2007

Volúpia...Provocação...

A visão das duas era de cortar a respiração a qualquer mortal e eu não seria a excepção. Naquele momento, só desejava ter as duas, ali, comigo, a tratarem de mim como sempre tinha imaginado e desejado. Aliás, nunca tinha estado tão perto de poder concretizá-lo e ainda assim tinha dificuldade em assimilar tudo aquilo. Não conseguia deixar de pensar em toda a situação, no que me levava a estar ali, naquele dia, naquela hora, naquele espaço, naquele momento….
Três dias atrás, havia recebido uma estranha sms. Era de um número desconhecido, que estava sempre desligado e sei-o porque várias foram as vezes que nesse dia e depois tentei ligar. Sempre desligado. Parecia que apenas se ligava para mandar mensagens, o que ainda tornava a coisa mais estranha. De qualquer forma, a mensagem dizia apenas: “Pensa num desejo sexual; pensa em algo que sempre quiseste; imagina-o a realizar-se."
Ora eu fiquei parvo a olhar para aquelas palavras, tentei perceber o porquê do que ali estava escrito, quem teria mandado algo assim ou mesmo qual seria o objectivo de tudo aquilo. Comecei a fazer raciocínios lógicos mas logo chegava à conclusão que de lógico não havia nada naquela mensagem. Se fosse a noiva, porque haveria de mandar de um número que não era o dela, quando poderia perfeitamente mandar através do seu? Se fosse uma brincadeira de alguém, quereria certamente obter retorno, no entanto não perguntava nada. Só poderia ser engano, até porque já não era a primeira vez que recebia mensagens e chamadas de outras pessoas, porque pelos vistos o meu número é parecido com outros. Sinceramente era a situação que melhor enquadrava para aquela mensagem. Havia sido um engano. No entanto, aquelas palavras mexeram comigo e durante aquele dia pensei nelas e no que diziam. “Pensa num desejo sexual”……. É comum pensar nisso. É mesmo normal. O que não era normal era estar a pensar nisso porque me haviam dito para o fazer, muito menos de alguém que não conhecia e que até pensava que tivesse sido por engano, mas lá estava eu a dar comigo a pensar nisso. Realmente pensei em várias fantasias que tenho. Naquelas que nunca realizei, em outras que apesar de ter realizado gostava de ver acontecer de forma diferente… enfim… “Imagina-o a realizar-se”… apesar de essa ser a parte mais agradável, era também a parte que mais me intrigava pois mesmo que aquilo não fosse um engano, porque haveriam de querer que o imaginasse se não sabiam o que imaginava e se não perguntavam como era? A verdade é que mais uma vez estava mesmo a imaginar determinada situação a acontecer. Aquilo lá se passou.
No dia seguinte, exactamente à hora que havia recebido a mensagem no dia anterior, chega outra, desta vez com o seguinte conteúdo: “Agora que já imaginas-te, agora que já desejas mais, pensa se gostarias de o realizar brevemente. Se a resposta for afirmativa, mandas uma sms a dizer sim para este número”. Foda-se… outra vez? pensava eu. Já não estava a achar muita piada a tudo aquilo. Tentei ligar imediatamente para o número mas mais uma vez já estava desligado. Era propositado e começava a ter certeza que não se tratava de um engano. Claro que todos gostariam de poder realizar as suas fantasias. Claro que me excitava a pensar nelas. Mas quem seria? Após alguma reflexão decidi mandar a tal resposta. “Sim” escrevi. Confesso que o meu objectivo nem era a resposta afirmativa. Estava mais interessado em saber de uma vez por todas se se trataria de um engano ou não, pois quem recebesse a mensagem poderia ver se o meu número era realmente o número correcto. Depois ocorreu-me que se alguém tivesse adicionado o número incorrecto (o meu) e colocado o nome associado de alguém que conhecia, nunca saberia se estava errado ou não, vai daí, acrescentei na resposta: “acho que é um engano e que as mensagens não eram para mim”. Desta forma, tinha a certeza que qualquer dúvida ficaria esclarecida.
Aquilo continuava a mexer comigo e já ia em grandes filmes a imaginar a minha fantasia a realizar-se e tal, como sempre pensei e tal, ainda por cima brevemente e tal, quando chega nova mensagem a dizer apenas: “Só é engano se não tiveres o diabo no corpo”. O diabo no corpo??? What’a fuck??? Pensava eu já bem fodido com tanta intriga e joguinhos de palavras… Estava bem claro que era alguém que me conhecia e bem! Sabia que tenho uma tatuagem, que geralmente está escondida. Por exclusão de partes só poderia ser alguém que já me tivesse visto de calções, nú ou a quem tivesse dito que a havia feito. Contas bem feitas, isso daria centenas de pessoas! A minha vida profissional faz com que tenha de usar calções várias vezes, poderia ser qualquer mulher com quem havia estado antes, enfim….por ai não iria longe. Lembrei-me ainda que a hipótese do engano se mantinha pois não sou a única pessoa que tenho uma tatuagem desse género. Era mais remota mas ainda assim mantinha-se. Mais uma resposta, desta vez não solicitada: “Como sei que sou eu a pessoa a quem queres mandar as mensagens?”. Desta vez não tinha jeito de a resposta não ser elucidativa. Acontece que ela não chegou! Eu estava fulo da vida! Só olhava para o telemóvel. E nada. Mau mau maria… estava a passar-me. Mas o caraças das ideias, das fantasias, permaneciam apesar de tudo aquilo e já andava a ter visões….já me imaginava nas mais diversas situações que um homem pode desejar. Era certo que se o objectivo era mexer comigo, tinham conseguido, em cheio! Tentei continuar nas minhas ocupações e lá consegui esquecer o assunto a espaços….
Recordava como que em flashes, à velocidade que só o cérebro humano consegue processar, todos esses acontecimentos que tinham ocorrido dias antes e que estiveram na origem daquele momento em que me encontrava….

segunda-feira, 22 de janeiro de 2007

Volúpia...

Uma sala espaçosa, ampla, com paredes num tom creme em perfeita consonância com as aplicações de madeira, de um tom quente. Numa das paredes uma estante cheia de livros, impecavelmente conservados e arrumados, dispostos linearmente transmitindo à sala um ar intelectual e aguçando a curiosidade acerca do conteúdo daquelas imensas páginas fechadas. No soalho bem encerado, uma enorme carpete e sobre ela um imponente sofá. Um abatjour ao seu lado, que iluminava ligeiramente o espaço, dando-lhe um ar acolhedor, assente numa pequena mesa, onde pousava também o meu copo com um velho e requintado puro malte sem gelo. O sofá tinha tons vermelhos e dourados. Nele estava sentado a sentir a sua textura de veludo. Era um pouco rijo mas confortável. Foi feito para que no mínimo 4 pessoas nele se pudessem sentar confortavelmente e eu estava bem a meio, o que me dava uma sensação de imponência mas ao mesmo tempo de desconforto pelo facto de não sentir nada ao meu lado, nem ver todo aquele espaço preenchido.
Uns sons ao longe anteviam a chegada de mais que uma pessoa, pois percebia os tacões a bater no soalho, a tornarem-se cada vez mais próximos, e não tinham passadas ritmadas. O meu olhar dirigiu-se para a entrada da sala e dela surgiram duas mulheres. Não dava para perceber muito mais porque a luz era pouca e surgiam do escuro, mas notava-se perfeitamente os contornos dos corpos, duas formas bastante femininas, assentes em sapatos de alto tacão. As diferenças que se destacavam nesta fase eram apenas o cabelo solto de uma delas, longos e lisos e o cabelo amarrado, puxado para trás, com um rabo-de-cavalo da outra figura e também uma ligeira diferença de estatura entre as duas.
Com o aproximar fui podendo ver melhor o que apresentava ali à minha frente. Elas caminhavam na minha direcção, transpirando sensualidade e poder. A mais alta, tinha uns sapatos pretos verniz, com uns tacões enormes e com uma presilha a envolver-lhe os tornozelos, conjunto este, tacão/presilha, que adoro. As suas pernas eram bastante bem torneadas e pareciam não acabar. As suas coxas eram grossas, sem serem largas demais, terminando num rabo fantástico. Era loira, os seus olhos eram claros, não dando para perceber se verdes ou azuis, e vestia um negligé de alças preto muito fino, com transparência e que assentava nos seus fartos e redondos seios e era suficientemente comprido para tapar ligeiramente a sua mini tanga, também preta e transparente, que desaparecia entre o seu rabo e a terminar o conjunto, umas meias de hold-up, com um remate num bordado floreado, também pretas. Era uma visão espectacularmente sensual e imponente aquela mulher! Uns bons metro e setenta e muitos de pura amazona…..
Feita a primeira avaliação visual, o meu olhar concentrou-se na outra mulher. Era ligeiramente mais baixa, calculo que um metro e setenta, o cabelo amarrado tinha uma cor avelã, calçava uns sapato também pretos, com um tacão tipo agulha, bicudos e muito femininos. A altura dos sapatos fazia com que as suas pernas desenhassem umas curvas muito elegantes, curvilíneas quanto baste para agradar a qualquer homem. O seu rabo era empinado, com uma forma que apetece ficar a admirar e contemplar. No corpo usava um soutien push-up (como se fosse necessário!) liso e preto, e que fazia sobressair uns belos e enormes peitos, daqueles que apetece logo envolver com as mãos. Os seus olhos eram de um castanho claro, penetrantes, que traduziam meiguice e um olhar expressivo. No pescoço um fino e belo colar de brilhantes, que aconchegavam o mesmo. Usava um string onde sobressaíam uns brilhantes nas suas ancas, que juntamente com as suas meias de liga, com um remate em faixas que alternavam o transparente com o cheio, misturavam o preto e o brilhante com o tom moreno da sua pele e enchiam aquele belo exemplar de mulher de erotismo e feminilidade.Qualquer uma das duas seria o suficiente para me fazer desejar foder com urgência, no entanto, vê-las ali à minha frente, paradas, a olhar para mim (confesso que ainda olhei em todas as direcções como que a confirmar se seria mesmo para mim), aqueles corpos bem trabalhados por um ser superior e não terreno, aqueles trajes e aqueles olhares, só me permitiam perceber que eu estava prestes a ter algo simplesmente memorável. Curiosamente não estava excitado. Ou melhor, a minha mente estava, o meu corpo é que não acompanhava a rapidez do processamento da libido.
O meu corpo que estava sentado numa posição formal, deixou-se cair, encostando-me no sofá, cruzando as pernas e afastando os braços do corpo. A partir dali, estava preparado para começar a desfrutar daquele deslumbre. Agora sim, estava em completo tesão premente!

segunda-feira, 8 de janeiro de 2007

A não perder!

Queria antes de mais dizer que, não recebo nem um cêntimo pelo que vou dizer a seguir!
Este post tem exclusivamente o sentido de divulgar um livro, que na minha modesta opinião deveria ser lido, por todos aqueles que:
-conhecem a realidade do Swing;
-não conhecem a realidade do Swing;
-são curiosos em relação ao Swing;
-têm uma opinião negativa;
-ou simplesmente gostavam de entender do que se trata.
O livro em causa, de seu titulo "SWING", foi escrito por Júlio Morgado, pessoa que não conheço, mas que depois de ter lido, fiquei com uma opinião muito positiva. Gostei imenso do livro, devorei as suas páginas num só dia e no dia seguinte estava a comprar novamente o livro, desta vez para oferecer...Por isso, se quiserem seguir o meu conselho, leiam, ofereçam, comentem, analizem, etc...
Curiosamente não tem editora! mas encontra-se à venda na maioria das lojas livrescas.
Ahhh quase me esquecia de dizer: é só para adultos, e não deve ser lido por pessoas com mentalidade inferior a 13 anos :)

terça-feira, 2 de janeiro de 2007

Para começar

Costuma-se dizer: Ano novo, vida nova! Pois bem, não é o meu caso no entanto sinto-me também um pouco contagiado por esta máxima.
Decidi partilhar com vocês algumas coisas que me fazem sentir assim e por isso cá vai...
- A nível profissional, será um ano onde muita coisa pode ser decidida e isso passa ou pode passar por ficar perto de casa a trabalhar; por uma proposta que se adivinha e que me permitirá acumular mais um cargo; e inicio de uma pós-graduação(e eu que pensava que me tinha visto livre de vez dos estudos:)). Como vêem, muita coisa para decidir.
- A nível pessoal, vou mudar para uma casa nova(ai as taxas de juro:( ), morar para uma cidade diferente daquela que sempre morei(apesar de ser só atravessar o rio :)), vou viver pela primeira vez num apartamento, decorar tudo de raíz, e fazer parte dos desgraçados que todas as manhãs desesperam a entrar no Porto de carro; além disso, estou a pensar sériamente em deixar de fumar( não tá fácil), vou fazer mais exercício físico(ainda mais) e tenho marcada uma viagem de sonho, para um destino de sonho(que saudades do sol:)); será também o ano em que vou entrar nos famosos trinta! ahh e claro que pretendo continuar a postar!
- A nível sentimental, bem....a esse nível, se tudo correr como está previsto, e desejo mesmo que sim, este noivo vai deixar de o ser:)(não sou o único certo?), estou bastante contente com isso e tenho um desejo enorme de constituir família com a pessoa que eu amo. Claro que a viagem é a de lua de mel:)

Como podem ver, são algumas coisas que definitivamente me fazem encarar 2007 com um sorriso de orelha a orelha(ok, ok menos a taxa de juro) e me permitem iniciar este ano cheio de pensamentos positivos, entusiasmo, alegria e também (sempre:) )desejo e tesão. Sim, este último está sempre presente:)
E pronto, agora que já partilhei este entusiasmo e já sabem bem mais sobre mim:), tenho de ir ver umas mobílias bem catitas pro meu novo quarto:)