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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

To be, or not to be...

Caros amigos, amigas, conhecidos, desconhecidos, leitores ou meros curiosos:
Uma das duas razões deste post prende-se com o facto de ultimamente não ter disponível o tempo que habitualmente tenho para escrever e ler todos quanto me visitam e possuem blogs, algo que adoro fazer.
A razão para tal para mim é obvia mas para a grande maioria talvez não seja e portanto cá estou para vos dizer qual é.
O CASAMENTO!!!
Sim, esse monstro para alguns, o paraíso para outros ou mesmo talvez, o inicio do fim ou o inicio de uma nova família!
Para quem ainda não tinha percebido, este noivo era e é mesmo noivo! :) Ainda..... :)
Agora que já sabem o motivo do pouco tempo, ou melhor, só aqueles que já passaram por esta fase que antecede o casório e que obriga a não sei quantas coisas e pormenores que só mesmo as mulheres são capazes de se lembrar (ups..), vou passar à outra questão do post....
Assim que der o meu SIM, passarei a ser casado e portanto o NOIVO talvez deixe de fazer sentido.
Tenho pensado nisto e confesso que não está fácil de me resolver: mudo de nome ou mantenho? Mantenho ou mudo de nome?
Quero pedir a vossa opinião, deixar que a vossa opinião ajude a resolver esta questão, pois este blog são todos vocês!
Beijos e abraços deste noivo que está quase quase a dar o nó :)

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2007

Volúpia...Provocação...Ansiedade...Tesão... Dureza e Êxtase


O ambiente naquela sala estava quente, dava para sentir o cheiro dos sexos, as peles estavam brilhantes de um suor produzido sem esforço, os olhares eram cúmplices e as vontades imperavam ali... e a minha era uma enorme vontade de as devorar!
Parei de lamber a morena, levantei-me, puxei por um braço aquela loira gulosa, que até àquele momento tanto prazer me tinha dado com a sua boca, coloquei-a de quatro no sofá, apoiei um joelho também no sofá enquanto me colocava lateralmente, de forma a que pudesse penetrá-la por trás, ao mesmo tempo que a morena sentada na outra ponta do sofá, virada para mim. Que visão! Aquele rabo, de formas deliciosas virado para mim, à minha mercê, aqueles grandes lábios inchados que se abriam para mim, tudo na posição dela transpirava sensualidade. As suas meias faziam sobressair os contornos das pernas, os loiros cabelos sobre as peças pretas no corpo, tudo, mas tudo dava vontade de foder! Com uma mão afastei uma das suas nádegas e com a outra dirigi o meu pau duro e sedento para aquela fêmea.... o deslizar para dentro dela foi algo quase indescritível! Sentia alguma resistência mas pouca..... sentia o calor daquela gruta por desvendar.... a humidade de quem parece estar no cio... o forçar do seu corpo em direcção ao meu como uma presa que de tão louca foge na direcção do seu predador.... um leve gemido, inegável do prazer que a minha entrada lhe estava a proporcionar.... um vai e vem naquela altura lento mas determinado, que começava a evoluir ao sabor do tesão. Ela olhava para mim, de lado e para trás, e aqueles olhos, bem abertos, completamente dilatados tinham em mim um efeito catalizador..... ela olhava-me quase que dizendo para continuar, mas eu estava determinado em mostrar-lhes que havia já assumido o comando daquela nau e portanto, navegaríamos ao sabor do vento, que por sinal estava de feição.....
Sentir-me a comer assim, daquela forma, aquela mulher, vendo a outra, a morena, bem virada para mim, mostrando-me o seu sexo, tocando-se, deslizando aqueles dedos para cima e para baixo, de um lado para o outro, em círculos, por vezes metendo um ou dois dedos e aproveitando a saliva que eu lhe havia deixado para melhor se sentir, era uma visão digna das melhores epopeias jamais redigidas..... Eu arfava, a loira gemia, a morena suspirava e qualquer coisa me dava mais e mais prazer. Abrandava o ritmo, aumentava a força com que me alojava no seu interior. Aumentava a cadência, diminuía a força das penetrações. Sempre que algo mudava ela olhava outra vez para mim.
Sentia-a a desesperar. Eu estava a gostar daquilo. Puxava-lhe os cabelos, fodia-a com uma força tal que sentia o corpo dela ser projectado para a frente, sendo apenas impedida por novo esticão nos cabelos. Ela gritava agora. Era um grito de puro tesão. Talvez mesmo alguma dor, mas daquele tipo de dor que é largamente superado pelo prazer, que permite um misto de sensações, que permite adiar um orgasmo premente, sem no entanto deixar de sentir um desejo crescente e eu delirava com os seus gemidos, com os seus gritos, com algumas palavras abafadas e que ficavam sempre a meio, interrompidas por nova estocada. Não entendia nada do que dizia mas que interessava isso? Percebia perfeitamente que aquela mulher queria mais e eu também. A distância que ficava entre a sua boca e o clítoris da morena, era assustadoramente pequena quando o seu corpo era por mim, impelido para a frente. Parecia que eu fodia as duas ao mesmo tempo..... Quase instintivamente forcei ainda mais, os gemidos foram mais altos, os berros eram audíveis em todo aquele andar e arredores, os movimentos mais rápidos, os balanços mais longos e finalmente a morena sentiu uma boca feminina, uma língua que saltou para a lamber de fugida, pois os movimentos não permitiam mais, mas tornaram-se repetidos e cada vez mais frequentes à medida que todos caminhávamos para um êxtase louco, terrivelmente insano, deliciosamente urgente, desejado por todos.

Tudo aquilo era um cenário de luxúria. Quando os gemidos dos três começaram a convergir, eu sabia, e elas sabiam-no também que estava muito próximo não um mas três orgasmos...... Senti as pernas dela a afastarem-se ainda mais, para me sentir mais fundo e melhor, o seu corpo a ficar tenso, uma mão a puxar-me pelo rabo contra si, a morena a mexer o seu ventre para melhor sentir a boca da loira, vi a expressão de premência no seu rosto, os olhos a fecharem-se, sentia já um líquido a encaminhar-se através de mim..... eu queria vir-me.... eu sabia que ia vir-me.... não conseguia aguentar mais.... e só consegui soltar um ahhhhhhh...... longo e poderoso, no limite do prazer, selvagem.... seguido de um “CAAARAAALHOOOOO”, apenas cortado pelos gritos daquelas duas deusas que se estavam a vir também.... comigo.... partilhando uma total euforia, produzindo o mais belo fogo de artificio humano, que alguma vez havia deslumbrado.... Os corpos cederam, um efeito dominó iniciado pelo meus corpo fez com que a loira se alojasse por cima daquela morena, enquanto eu fiquei por cima daquele belo corpo. Os três assim ficámos por uns instantes..... três corpos exaustos e arrebatados, que descansavam colados..... O silêncio apenas era cortado pelas respirações ainda aceleradas mas saciadas.....
Os meus olhos estavam fechados por uns momentos como que saboreando tudo aquilo. Eu nem queria abri-los, confesso, com medo que tudo não tivesse passado de um sonho.... mas tinha de o fazer. Queria ver tudo aquilo que me rodeava, queria sorver com os olhos aquelas duas, ali deitadas, junto a mim, tal como da última vez que as tinha visto. Perdera a noção do tempo e não sabia se haviam passado uns segundos se uns minutos. Abri lentamente os olhos, levantei um pouco a cabeça, até ali deitada e apoiada nas costas da loira, e eu não podia acreditar no que estava a ver....!
Vi uns olhos semicerrados, olhando-me bem de perto, bem fundo nos meus, uma expressão que ainda hoje estou para perceber se queria dizer: “estás fodido comigo” ou se queria dizer: “olha bem para o que vais foder”! A verdade é que aquele olhar de “bad girl” num rosto angelical, faria despertar o mais cansado dos guerreiros, faria certamente disparar a inflação da economia mais equilibrada do mundo, mas acima de tudo, faria com que os famosos comprimidos azuis deixassem de ser prescritos, por manifesta falta de utilidade! Eu entendia bem a mensagem que aquela morena lançava naquele momento..... ”Também quero!”. “Raios me fodam se não te vou dar!” pensava eu!
Ela só pode ter lido também a minha expressão pois num impulso se levantou, balbuciou algo imperceptível à loira, que imediatamente se chegou para o canto do sofá, dando espaço a quem dele precisava, ajoelhou-se e ainda antes que eu me sentasse, começou a chupar-me com um vigor, que mais parecia uma máquina.... de vácuo certamente..... uma máquina muito, muito boa, daquelas que pagaria fortunas para ter. Coloquei-lhe as mãos nos cabelos, levantei-a, virei-a e fi-la sentar-se de costas para mim. Ela, pegou com a mão no meu mastro e apontou rapidamente para aquela racha, que eu já tinha tido o enorme prazer de sentir, de tão saborosa, de tão húmida, de tão apetecível que era. Num só movimento engoliu-me por completo. Aquela mulher estava a arder de vontade de ser fodida e eu não tinha nenhuma vontade de a fazer esperar. As minhas pernas estavam afastadas, as dela afastaram-se ainda mais, apoiou as suas mãos no encosto daquele sofá e começámos uma dança de sobe e desce, onde eu a desejava com força sobre mim e ela me desejava com força para dentro dela..... As minhas mãos tinham cada um dos seus peitos nos dedos, e apertava-os firmemente. Eram rijos, volumosos, apetecíveis, tal como todo o seu corpo. Por uns momentos esqueci completamente que ali se encontrava a loira mas tal era impossível pois quando os meus olhos a encontraram, lá estava ela, quase deitada, com um dedo na boca entreaberta, com um dedo enterrada na sua fenda que tanto prazer me havia dado à bem pouco tempo atrás, e a palma da sua mão, encaixada no seu monte de Vénus, fazendo uns movimentos pesados, aconchegando-se a seu belo prazer, e olhando para nós.....
Meus amigos, não é fácil escrever e relembrar tudo isto ao mesmo tempo. A vontade é de fazer uma longa pausa..... acreditem..... activa;)
Só sei que aquilo estava a passar todos os limites algumas vez imaginados por mim, jamais havia imaginado tanto prazer em tão pouco tempo. Eu estava decidido a comer aquela morena deliciosa até cair para o lado! Ela contorcia-se imenso, o seu queixo apontava para o tecto, eu sentia o roçar no meu rosto o seu rabo-de-cavalo, ela gemia de uma forma deliciosa o que só aumentava o meu prazer. Tive de parar! Não para desistir….mas para mudar. Para tê-la como eu queria, como eu queria também que ela tivesse prazer e certamente não era naquela posição. Coloquei-a deitada no sofá, para que a sua cabeça fosse cair no meio das pernas da loira, no entanto virada para cima. Posicionei sobre ela o meu corpo, afastei um pouco as suas pernas e lambia-a novamente..... não muito..... apenas o suficiente para a enlouquecer mais um pouco, o suficiente para a minha língua sentir o contrair do seu rabo, daquele rabo que eu queria, que desejava ardentemente, ali e naquele momento. Lubrifiquei o meu pau com os seus líquidos, dirigi-me para o seu rabo e a expressão que ela fez foi de surpresa e confesso, de receio..... Mas eu queria, queria muito e não estava a ser por acaso que queria naquela posição, pois sabia que assim que encontrasse o encaixe perfeito entre a minha zona púbica e a parte superior dos seus lábios, aqueles que envolvem o “Santo Graal”, e após ligeiras investidas crescentes, aquela mulher iria à loucura...... E assim fiz..... Começando lentamente a penetrá-la, naqueles rabo deliciosamente apertado e quente, vendo a sua expressão de curiosidade perante os meus movimentos, enquanto eu olhava a loira deliciar-se com o que via. À medida que me introduzia naquele túnel, os movimentos iam ficando cada vez mais lançados, mais profundos, mais rápidos e sentia o corpo dela soltar-se, mover-se um pouco, como que procurando ansiosamente a posição perfeita. Eu estava nas nuvens com o que estava a sentir. Estava a possuir aquele rabo delicioso, aquela mulher sedenta de prazer, e em vez de dor ou desconforto apenas via e sentia nela prazer..... um prazer crescente, inegável ao ponto de as suas mãos me apertarem com força as nádegas, puxando para si, cada vez mais fundo, cada vez mais rápido, cada vez mais forte. E graças a estes movimentos, a loira, não querendo ficar arredada daquela acção, levantou-lhe um pouco a cabeça, o puxou-a ligeiramente para cima, fazendo com que a parte de trás do pescoço da morena fosse pousar na sua abertura inchada e molhada, para desta forma sentir prazeres bem mais fortes, diferentes, mas acima de tudo, fantásticos.
Parecia uma cena bem familiar, bem recente...... eu a foder uma, e essa a dar prazer à outra..... que mais se pode desejar de um acto onde apenas o prazer impera?
As coisas começaram a descontrolar-se..... eu penetrava ao ritmo que as mãos dela pediam, cada vez mais forte e mais fundo, e ela, cada vez mais se balançava fazendo a loira sentir cada vez mais perto outro orgasmo..... mas eu não ia conseguir aguentar muito mais..... Tudo aquilo era demasiadamente bom para aguentar, a cumplicidade que se havia instalado entre os três era por demais evidente e explícita, olhávamos nos olhos uns dos outros pedindo mais, mais..... mais..... mais..... e ainda mais.... e... naquele instante!!!!!! Estávamos a vir-nos novamente..... a loira eu não tinha a certeza mas o orgasmo da morena fundiu-se com o meu de uma maneira tal, que sentia todos os músculos do seu corpo a apertarem-se, a puxarem-me, querendo-me, prolongando aquela sensação arrebatadora de um orgasmo desejado e procurado à custa da vontade..... que fodas.... que sensações..... nunca a realidade se havia demonstrado até aquele dia, tão prazerosa, tão encantadora, com tanta pressa e tesuda.... Eu estava em transe, em exaltação àqueles dois corpos, ao sexo, aos prazeres carnais....
Passados uns largos instantes, ouvi novamente passos que pareciam dirigir-se para a sala. Levantei-me lentamente, olhei para as horas e constatei que se haviam passado umas três horas e comecei a vestir-me, tal como elas o faziam também. Ouvi a voz da senhora que me tinha levado para a sala, falar numa língua estrangeira que não consegui identificar, mas que ainda hoje suponho ser de um qualquer país nórdico e não consegui disfarçar um sorriso quando também elas responderam no mesmo dialecto. Quase simultaneamente, aproximaram-se de mim, beijaram-me as duas, cada uma num lado do rosto e saíram.
Eu parecia anestesiado com tanta emoção e só apenas quando já me encontrava no elevador, consegui aperceber-me de tudo aquilo que tinha acabado de fazer. Peguei no telemóvel e desta vez escrevi uma mensagem com as únicas palavras que poderia escrever naquele momento, mas desta vez o número para o qual mandaria a mensagem era conhecido.... ”Amo-te! Cada vez mais! Não só pelo que tu és mas também pelo que me fazes sentir!”

Ficção ou realidade???

sábado, 10 de fevereiro de 2007

Volúpia...Provocação...Ansiedade...Tesão... Dureza...

Duas mulheres ávidas, compenetradas em agradar, em proporcionar-me um momento único, de devaneio, de luxúria e prazer. E de que maneira! Recordo perfeitamente as duas entregues a mim e quando a mão sábia daquela loira fantástica, que me estimulava, começou a tactear por cima daquele volume duro e latejante, procurando o fecho das calças, que logo desapertou, como que arejando um espaço saturado, com falta de ar.....o meu membro agradeceu. Não satisfeita, procurou o meu cinto, que quase magicamente se abriu e ainda insatisfeita, culminou aquela investida com o desapertar do único botão que impedia que as calças se abrissem. Senti-me imediatamente agarrado. Por cima do boxer, ela pegava na base do meu membro e a sensação de me sentir contornado por aquela mão era deliciosa. Sentia que estava a preparar algo mais....forte....e tudo isto enquanto me deliciava com os bicos, já erectos da outra ninfa...que belos peitos!
Escrever todas as sensações pode assemelhar-se a um jogo de ténis, ora bola de um lado, ora bola do outro, no entanto, eram sensações simultâneas, só possíveis de sentir simultaneamente, em conjunto, em mistura, algo que a descrição ainda não permite...
No preciso momento em que senti um bafo quente, que chegava e partia, mas cada vez numa frequência maior, junto do meu pau inchado, eu sabia que iria sentir aquela boca....e quando a senti...... lentamente, quente, imensamente húmida e envolvendo toda a minha glande.....ainda agora estou para perceber como consegui aguentar o orgasmo.....aquela mulher sabia o que fazer, como dar prazer de forma oral. A sua mão deslizava no meu mastro, lentamente, apertando com firmeza, subia e descia, juntamente com a sua boca, mão e boca num movimento cadenciado e lento, numa cumplicidade atroz, a sua língua como que amparava e servia de cunha à descida dos seus lábios, os dedos apertavam cada vez com mais força, e a outra mão passeava no meu saco, como se se trata-se de uma preciosa peça a proteger. Era demais para conseguir aguentar. Mas ali estava eu, retardando ao máximo o meu auge, aguentando heroicamente, tentando prolongar aquelas sensações de puro tesão. Acham que elas estavam importadas com isso? Qual quê.....elas estavam a ser safadas.....claramente queriam que me vergasse aos seus corpos, aos seus prazeres, às suas mestrias, queriam que não aguentasse e estavam a consegui-lo....e quando a minha mão deslizou para a entrada apetecível da vulva da morena....quando com a ponta do meu dedo, ainda antes de enfiar o meu dedo nela, senti a humidade, quente, melada, que escorria já dela....ahhhhhhh, não dava......estava..... a...... vir-me..... a sentir choques por todo o meu corpo.....eram espasmos, eram golfadas de seiva que jorravam, que prazer....que tesão.....que....que.....sei lá o quê....foda-se.....estava a transferir todo o meu líquido para o interior daquela boca gulosa, que não parava de me chupar, de absorver tudo quanto lhe dava, e ela.......ela olhava para mim......bem directa nos meus olhos semicerrados, querendo afirmar a sua superioridade, como que querendo dizer “vens-te sempre, quando e como eu quiser”.....Mal ela sabia que eu queria....ou melhor....o quanto e como eu queria....e não demoraria muito a percebê-lo.....
A verdade é que, mesmo após uma explosão selvagem, a minha “alavanca” dava sinais de vigor, de virilidade, de discussão por inacabada. Continuava rijo, com sede de mais e melhor. Um breve olhar cúmplice entre elas, foi o suficiente para que a morena se acerca-se também do objecto de prazer e começou lentamente a conduzi-lo de encontro à sua boca. Eu que pensava já que seria a vez dela enganei-me.....eram as duas! Foi um espectáculo digno do mais ousado filme erótico. Ora uma, ora a outra, ora as duas em conjunto, certo, certo, é que só de olhar, parecia que tinha um orgasmo cerebral. A morena era mais delicada, parecia desfrutar mais do momento, do meu membro. Elas pareciam unidas e juntas para única e simplesmente me torturar de prazer.....Não sei dizer qual a melhor boca, a melhor língua, as melhores mãos.....eram simplesmente e deliciosamente diferentes. Uma agarrava e outra chupava e assim sucessivamente. Não havia lugar a lutas de posse, apenas partilha, num bailado demasiado bom.....e eu começava a sentir novamente o prazer a chegar, incapaz de o controlar, incapaz de falar, de me mexer, incapaz de não saborear aqueles momentos únicos que me estavam a proporcionar. Uma boca no pau, uma boca no saco, uma língua na ponta, uma língua na base....incrível....a gulosice era tanta que engoliam a própria saliva depois de a deixarem no meu pau.....Uma chupava enquanto a outra ajustava os peitos no pau.....difícil de aguentar, muito fácil de desejar, vontade demasiada de me vir.....de me vir.....de me esporrar todo naquelas bocas e estava quase.....quase a jorrar novamente e as minhas ancas moviam-se agora num ritmo rápido, indicando que se preparassem para receber o que estavam a aguardar......e..... bocas abertas, mãos a mexerem e.... saltaram jactos em várias direcções, rápidos, fortes e com urgência que elas acolheram nas suas caras, nas suas bocas, nas suas línguas.....era demais.....eu quase sentia o corpo desfalecer, tal a intensidade..... Tinha ido ao máximo já por duas vezes e tudo parecia tão rápido que acho que começava a perder a noção do tempo.
A loira ainda saboreava o meu gozo, e a morena tinha já colocado uma perna por cima do encosto do sofá, dando-me para lamber aquela racha, que se apresentava demasiado apetecível para recusar, coisa que logo comecei a fazer. O meu pau em momento refractário, e ainda assim na boca da loira, eu a sentir o mel que abundava naquela colmeia doce da morena, os gemidos, o arfar dos três....desculpem lá mas era impossível que os cegos não vissem, os surdos não ouvissem, que os murchos não se entesassem.....e comecei então a sentir uma boca que aos poucos ia ficando preenchida, ocupada, pelo inchar das minhas veias, pelo fluir novamente do sangue àquele corpo com interior cavernoso.
Sentia-me poderoso. A minha masculinidade estava no auge. O meu ego estava inchado. Inchado??!!?? Inchado estava já o meu pau outra vez e eu queria aproveitar ao máximo. Só que desta vez eu comandaria. E foi precisamente isso que fiz.....

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Volúpia...Provocação...Ansiedade...Tesão...

Olhar para elas, as duas na minha frente, belas, poderosas, apetecíveis, completamente frescas e com todo o aspecto de altamente comestíveis, depois do meu exercício mental de recordar rapidamente as etapas que me levaram a estar naquele momento de tempo, fez-me sentir uma montanha de emoções e pensamentos.
Em primeiro lugar, apetecia-me saltar do sofá, num estilo felino, agarrar aquelas duas presas indefesas e cravar as minhas garras nelas….saciar a minha vontade, fazendo-lhes ver quem era o rei daquela selva de tesão, através da minha fome de prazer….
Depois, tinha presente que tudo aquilo que se me deparava, só podia ter como obreira a noiva, conhecedora de algumas das minhas fantasias, talvez levada por uma vontade de as proporcionar….mas ainda assim, havia uma remota hipótese de não ter sido ela e nesse caso nada faria sentido…. Aliás, a sua ausência era o maior indicador desta minha dúvida….
Tinha também em mente, a questão sobre o local onde me encontrava e quem seriam aquelas duas mulheres….se o local seria um género de um bordel, uma casa de actividades ilícitas e consequentemente elas seriam contratadas ou, se se tratava de um local conhecido de quem ali me levou e aquelas duas estariam ali também para realizar uma fantasia delas ou até se sabiam quem eu era e me desejavam….
A magnitude de toda a situação, os detalhes, os pormenores, a grandeza e a perícia para montar todo aquele cenário, aquela enorme produção, ao nível da 7ª arte, estava a ser por demais assustador e …… tentador!
A juntar a todos estes pensamentos havia o meu estado. Sentia aquele friozinho na barriga, só tangível em momentos de grande ansiedade, só sentido quando sabemos que algo de enorme se vai passar, quando queremos mas não conhecemos…. Mas era uma sensação boa….sentia o latejar dos meus músculos, tensos….imensamente tensos, o pulsar do meu membro….a ficar terrivelmente duro, toda a pele do meu corpo arrepiada….incrivelmente arrepiada….mas acima de tudo, sentia-me, mais do que fisicamente, cerebralmente completamente excitado….extremamente excitado….
Talvez levado pelo meu ego, nesse momento bastante inchado, tal como o resto, decidi que aquele seria o meu momento, a minha fantasia, a minha conquista e portanto, se tudo aquilo estava ali por mim, para mim, então seria eu a desfrutar…de forma quase egoísta, mas eu achava-me no direito e portanto eu seria o alvo do prazer e elas as minhas servas. Daria uma de duro (e estava mesmo!), de machão, de “bad boy” e não mais faria que obter prazer, da forma que mais quisesse.
Não é de estranhar então que, dali para a frente as coisas se tivessem desenrolado muito passivamente, da minha parte, em contraste com o muito activamente da parte delas.
A morena, aproximou-se de mim, devagar e transpirando sensualidade, colocou-se ao meu lado, sentada sobre as suas pernas, em cima do sofá. Não consegui perceber se, colocou a sua mão no meu peito, sobre a minha camisa ou se foram os seus lábios que procuraram a minha boca em primeiro lugar. O meu braço direito envolveu as suas ancas, e a minha mão pousou sobre a sua pele, como que a tentar sentir o calor que emanava. A boca era quente, estava um pouco seca, o que me permitia sentir toda a textura da sua língua que se movia de encontro à minha, lentamente, tal como me agrada. Estava eu a colocar os meus dedos naquela nádega carnuda quando sinto o afundamento do sofá, uma mão pousar nas minhas calças, bem por cima do meu membro. Uma mão bem aberta, avaliadora, que fez um ligeiro aperto, talvez querendo dizer: “estou aqui, estou a sentir-te, és meu”, isto tudo enquanto a loira mulher se colocava do meu lado esquerdo. Sentir-me assim tocado por duas mulheres, sentir duas respirações, quentes, junto à minha cara, enquanto me entregava à luxúria estava a ser por demais estimulante. Elas tinham então a perfeita noção do efeito que estavam a ter sobre mim.
Ali estava eu, com uma mão em cada uma, tentando distinguir sem sucesso qual dos dois rabos me agradavam mais, qual das duas possuía o melhor beijo, a melhor boca, a mais sábia das línguas ou os mais carnudos lábios. Eram sem dúvida diferentes. Mas completamente impossíveis de premiar pois nenhuma ofuscava a outra. Completavam-se. Para ser sincero, acho mesmo que nem conseguia avaliar pois só sentia desejo, só queria mais. E mais tive! A loira, num só movimento, encavalitou-se na minha perna e eu senti ainda mais partes do meu corpo clamarem por atenção. As mãos delas continuavam a tocar-me, no peito, nos cabelos, nas pernas, no meu mastro, que por esta altura tinha assumido proporções quase desconhecidas, e as minhas mãos…acho que não eram mais minhas. Pareciam comandadas por alguém que não estava ali pois moviam-se sem que lhes ordenasse, apenas procuravam aqueles dois corpos a seu belo prazer, explorando as formas, as texturas, as curvas, os tecidos que se lhes deparavam.
Podia sentir a firmeza daqueles belos e fartos seios, semi despidos do pouco tecido que os iam tapando, podia sentir a erecção daqueles bicos, que apontavam para mim, quase me ordenando para os lamber. Foi o que acabei por fazer, saboreando cada pequena parte deles, de cada uma delas, com pressa, com uma vontade louca de os sentir na minha boca. Até aquele momento tudo tinha sido calmo, ponderado, medido e avaliado. A partir daquele momento não mais houve tréguas, jamais houve descanso, impensável seria menor intensidade que aquela. É até difícil de descrever tudo que estava a sentir, a passar, a tocar e acontecer. Curiosamente, apesar de quase não haver distinção de corpos, pois os três estavam de tal forma entrelaçados que mais pareceriam um, elas nunca se tocaram. Nunca uma ousou colocar a mão no corpo da outra até ali, nem mesmo um beijo, mesmo quando a minha língua sentiu claramente as duas delas. Nada! Nem um único beijo até aquele momento. Mas fazia sentido. Elas estavam ali por mim, para mim, exclusivamente para mim e portanto eu tinha o direito de me sentir egoísta ao ponto de querer só e apenas tudo para mim, sem excepções….só prazer, tesão e desejo….