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domingo, 22 de fevereiro de 2009

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Woman power?

Falar de mulheres é falar de poder.

Digam o que disserem, elas mandam!
Podem queixar-se das tarefas domesticas. Podem ser discriminadas em relação aos salários em alguns empregos. Podem até sofrer com a menstruação mensalmente mas.....elas é que dominam!
E sabem que mais? Não existe grande volta a dar!!! Porquê? bastaria dizer: porque sim, mas acho que posso ir mais longe....
Já pensaram bem que em condições de igualdade elas ganham sempre?
Na realidade que armas temos nós perante elas? Poucas, muito poucas ou mesmo nenhumas!
Se elas não cozinharem, a maioria de nós tenta fazer uns ovos estrelados com salsichas, isto se houver alguma arte. Se por acaso a cozinha da casa for orientada pelo macho, em caso de falta, elas desenrascam-se muito melhor.....
Passar a ferro? Acho que nem vale a pena argumentar por aqui... :)
Nas lides e funções domesticas, penso que apenas teríamos vantagem no tipo de coisas que envolvessem força bruta e ferramentas. Ainda assim, acreditem que ao contrario de nós nas questões acima referidas, não faltariam candidatos a oferecerem os seus serviços às meninas....basta ver o que acontece quando se tem um furo num pneu do carro..... :)
Mas há mais e melhor!!!
Vejam o caso da relação mais intima...
Quando elas não estão para aí (nós) viradas, existe sempre o cansaço, o sono, a dor de cabeça, o periódico, a SPM (síndrome pré-menstrual), porque estão chateadas connosco ou nenhuma justificação. Quando nós não queremos, para elas o motivo é sempre "outra"!
Umas negas seguidas da parte delas, sem motivos aparentes ou com um conjunto de desculpas das acima mencionadas, leva alguns homens a questionaram se efectivamente serão infelizes coincidências seguidas ou se elas realmente os desejam. Uns continuarão a esperar que dias melhores cheguem e outros (mais fortes) adoptam a "guerra", respondendo na mesma moeda à primeira oportunidade em que elas tentem "fumar o cachimbo da paz", sabendo de antemão que será atingido um acordo ainda antes de "as conversações se iniciarem".De qualquer das formas e excluindo a procura de "assistência externa", a verdade é que não estou bem a ver de que forma é que poderemos algum dia ter acesso a armas do mesmo calibre que elas, no que concerne a este tipo de "guerra fria". Arrisco-me mesmo a dizer que deve ser algo do tipo: nós ameaçamos com uma bomba "suja" (um peidito), que tem como efeitos colaterais a impossibilidade de estar na mesma cama durante alguns instantes e elas respondem com o seu arsenal químico (hormonas) que nos deixam dias a fio perto da castração mental e física!A verdade é que elas mandam e pouco se pode fazer relativamente a isso!
Já tentei pensar em formas de retaliação para estas questões mas não vejo grandes soluções.
Estamos destinados a que elas imperem? Será o divorcio contemplado? Mas aceitam-se sempre sugestões iluminadas!!! :)

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Nuestros hermanos

Gostava de fazer uma singela homenagem aos nossos vizinhos. E porquê??? Perguntarão vocês.... Simplesmente porque quero, porque me apetece, porque posso e porque eles merecem. :)
Já estive e conheço vários locais e cidades espanholas, já contactei com diversos espanhóis e espanholas e gosto dos seus costumes, tradições, gosto pela vida e sobretudo do seu orgulho em serem espanhóis e de tudo que é nacional.
Podemos criticar a falta de jeito para falarem inglês ou mesmo de entender o Português mas a verdade é que eu pessoalmente não tenho grande razão de queixa.
Uma das coisas que mais me fascina é a forma como a mulher espanhola se produz, seja para ir trabalhar, seja para ir para a farra. Então em cidades grandes, como na capital, é qualquer coisa digna de se ver.
Admiro também o liberalismo e a mente aberta dos espanhóis. Tive a oportunidade, bem recentemente, de estar em Madrid e aproveitei para conhecer melhor a cidade. Uma das zonas recomendadas por quem conhece bem foi a Chueca. Trata-se de uma parte da cidade em que o liberalismo impera, sendo possível encontrar as mais diversas lojas de roupa sexy e acessórios, sex-shops das mais variadas, lojas exclusivas de artigos para gays e lésbicas, saunas e ginásios gays, galerias de arte moderna, bares, discotecas e restaurantes dos mais variados tipos, no entanto sempre orientados para a tolerância, liberdade de pensamento, expressão e liberdade sexual. Poderá até chocar a quantidade de gays existente por metro quadrado, no entanto isso também reflecte que todos têm direito a viver a sua vida sem preconceitos e acreditem que ali é mesmo o que se passa. Seja com homens, mulheres ou casais.
Não é portanto de admirar que ao contrario do que acontece na maioria dos países, em Espanha, independentemente da sua localização, a maioria dos clubes de swing, estejam de portas abertas e publicamente referenciados. Estão a imaginar isso aqui no burgo não estão? :)
Falando sobre isso mais concretamente, julgo a maioria de vocês ficaria completamente pasmado, de boca aberta e entusiasmado, se visse a qualidade, o glamour e a sensualidade que encontrei num clube em Madrid (não na zona da Chueca).Estavam cerca de 160 casais, na sua esmagadora maioria jovens, super cuidados e bem parecidos, num clube fantástico, super bem decorado, com uma piscina aquecida hiper convidativa.O ambiente vivido era de pura luxúria, sedução constante, erotismo à flor da pele e vontade, muita vontade de diversão e prazer.Conheço também outras realidades, de outros clubes similares em Espanha mas como este nunca tinha visto em termos de charme e qualidade dos casais presentes. Mais curioso ainda foi verificar que lá estavam casais de toda a Espanha, Portugal e de alguns outros países, o que por si só, também demonstra a popularidade e a qualidade reconhecida.
Quanto ao que lá se passou, pois bem, seria muito difícil de descrever mas se acho que todos conhecem o famoso ditado que diz "De Espanha, nem bom vento, nem bom casamento", eu utilizaria alguns outros que me ocorrem neste momento e que serviriam para ilustrar:
"A fruta proibida é a mais apetecida"
"Aquilo que sabe bem ou é pecado ou faz mal"
"O que é bom acaba depressa"
"Não há duas sem três"
E finalmente:
"Para bom entendedor, meia palavra basta"
Tes_ _ !

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Vamos adoptar...

Tá decidido.
Vamos adoptar uma criança.
Como devem calcular, não foi uma decisão fácil.
Implica muita ponderação, responsabilidade e dedicação.
A verdade é que não resistimos quando a vimos com aquele ar de anjinho, tão vulnerável e quase a suplicar "adoptem-me"!
Significa que não vamos conseguir sair tantas vezes à noite, vamos ter de deixar de lado o "a dois" para o "a três" e tudo tentar para a fazer feliz.
Já temos o quartinho dela decorado, tudo pronto para a acolher no nosso lar.
Já agora.....
É Ucraniana...
Tem 17 anos...
E ainda não decidimos o nome.... ;)